Fracasso nos trades: qual o maior fator e como evitá-lo

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Ler os livros do Mark Douglas foi a melhor coisa que eu poderia fazer para sobreviver no meu início como investidor. Especialmente quando falamos de ativos tão voláteis como são as criptomoedas.

Com o Mark em seus dois livros “Trading in the Zone” e “The Disciplined Trader” percebi que mais do que entender o mercado, precisava entender minha cabeça. Indo além precisava ter ferramentas que separassem o máximo possível a parte emocional da operação.

Sim, o maior fator de fracasso nos trades é o próprio trader. Mais especificamente, a sua cabeça.

O que conta na hora dos trades

Análises gráficas, indicadores, ou mesmo as análises fundamentalistas são formadas em boa parte da objetividade vinda de estudos e pesquisas nossa e de referências na área. Porém as decisões de mercado funcionam em uma zona cinzenta, onde existe subjetividade interpretativa.

Peça para 10 traders traçarem uma linha de tendência e você terá provavelmente 10 linhas diferentes. Mais do que isso, ao traçar a linha para o mesmo período 10 vezes em dias diferentes, teremos diferenças.

A alegria de uma conquista ou o medo gerado por sucessivas derrotas te farão olhar para o mesmo gráfico de formas diferente, é aí que mora o perigo: o excesso ou a falta de confiança são fatores críticos.

Então como operar sem ficar a mercê dos estados emocionais? Uma das ações é a contínua busca de desenvolver sua inteligência emocional, por estudo, observação consciente e claro, terapia. A outra na qual vamos focar nesse texto é simples: ter um plano.

Tenha sempre um plano

Um plano é uma lista clara de regras para saber quando entrar, quando sair e também a hora de parar de operar. Um plano é tirar o máximo possível a subjetividade de campo. Se você segue seu plano e mesmo assim se dá mal, sabe exatamente o que fez e consegue buscar melhorias, mas quando a cada dia você muda mesmo que pouco as regras do jogo nunca alcançará a consistência necessária.

Outra dica valiosa é manter um histórico dos seus trades, uma planilha com os pontos de entrada e saída; uma coluna com o porquê de ter entrado; se seguiu o que havia sido planejado ou se mudou no meio do caminho; e por último uma coluna descrevendo como estava se sentindo no momento da operação. Assim terá material qualitativo para refletir sobre o modo que tem trabalhado no mercado.

A questão central é ser o mais pragmático possível enquanto estiver fazendo seus trades e ser ativamente consciente em trabalhar na sua melhora. Bons trades!  

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